LIVROS & LIVROS |
|
|
Apresentação de novidades da Editorial Minerva.
Coordenação de Ângelo Rodrigues
minerva_dna@netcabo.pt
Arquivos
|
Comente aqui o post abaixo:
Quinta-feira, Setembro 25, 2008
Comente aqui o post abaixo: Sexta-feira, Setembro 12, 2008
SOCIOLOGIE DU SPORT. PRATIQUES MYTHES ÉDUCATION Coordenação científica da Profª Doutora Alice Tomé da Universidade da Beira Interior. Colecção «Educação e Ciências da Educação» Língua: Francês Setembro, 208 pp., 19 € Editorial Minerva Comente aqui o post abaixo: Sexta-feira, Julho 18, 2008
Comente aqui o post abaixo: Quinta-feira, Junho 12, 2008
POIESIS vol. XVI 58 autores Junho de 2008 blogue do projecto: http://antologiapoiesis.blogs.sapo.pt Coordenação literária: Ângelo Rodrigues Pintura da capa: Luís Folgosa Concepção da capa e grafismo: JM e Miguel d’Hera ISBN: 978-972-591-740-4 Depósito Legal: nº 131236/99 Formato: 21 x 14,5 cm Páginas: 200 AUTORES Alberto Pereira Ana Sara Carvalho Ângela Constantino António da Conceição Penedo Armando Mendes Arnaldo Guedes Carlos Barroso Carmen Zita Ferreira Carvalho Marques Catarina Mouro Cátia Alves Débora d’Andrade Delmar Maia Gonçalves Emídia Salvador Fernando Duarte Pereira Irondina Viegas Jeracina Gonçalves João Aires Guerreiro João Amendoeira João Filipe Ferreira João Franco João Luís Cardoso Martins Alves John E. Contreiras José Branquinho José Verdasca dos Santos Júlia Brimbela Leonor Bettencourt Bernardo Lúcia Lupenny Rodrigues Lucília Novo Quesada Luísa Ferreira Redondo Manuel José Caria Gonçalves Maria Alice Peixoto Maria Ana Silva Maria do Céu S. Maria Elisabete Simões Maria Helena Dinis Prata Tomás Maria Victória Rodrigues Pereira Mariana Reis Mário Cirilo Viegas Mel de Carvalho Nobre Serena Pais Garcia Penélope Ramos Chichorro Rodrigues Piedade Araújo Sol Roberto Tavares Rosélia Maria Guerreiro Martins Rute Galvão Rute Silva Sara Madaleno Sara Martins Sérgio Godunhos Severino Moreira Shinya Jordão Sílvia Soares Vanda Caetano Vera Alexandra M. de Sousa Vera Novo Fornelos Yeshua Comente aqui o post abaixo: Terça-feira, Junho 10, 2008
Comente aqui o post abaixo: Sexta-feira, Maio 16, 2008
DA FEIRA DO LIVRO - VIII Que comentários lhe merece a cobertura mediática a este evento? Já me referi um pouco a isso dizendo que devia haver uma maior e melhor cobertura mediática. Se me é permitido uma sugestão, tentem este ano – talvez ainda possam ir a tempo – envolver mais as escolas. Sei, por experiência própria (também sou professor), que pouca ou nenhuma informação (promoção/divulgação) chega às escolas sobre este grande evento da capital e do país. Oxalá tudo melhore um pouco mais nesta edição Comente aqui o post abaixo: DA FEIRA DO LIVRO - VII Concorda com a forma como o espaço está distribuído? Em caso negativo, porquê? O Parque Eduardo VII é um local aprazível, bonito e central da cidade mas não oferece outro tipo de condições tidas como fundamentais ao evento. Trata-se de um espaço desnivelado e ao ar livre! É raro o ano em que não chove durante a feira com as consequências óbvias para as vendas e para a cativação de públicos. Quanto à distribuição de espaços, não me parece o melhor. Além de tudo isto, continua-se a fazer experiências todos os anos com nefastas consequências para os editores e para os visitantes. Sabemos hoje que a feira é pensada e executada “em-cima-do-joelho”. Ora, um evento desta natureza devia ter um plano bem elaborado e competente e o seu projecto devia começar logo que termina a última feira; enquanto isto não for interiorizado e assumido por quem de direito, será sempre mais do mesmo. Comente aqui o post abaixo: Quinta-feira, Maio 15, 2008
DA FEIRA DO LIVRO - VI Em que medida estes eventos podem ser importantes para as cidades que os acolhem? Penso que a importância é óbvia. Não imagino a cidade de Lisboa sem uma feira do livro com esta dimensão. Esta feira faz parte integrante do “património” de Lisboa. Comente aqui o post abaixo: Quarta-feira, Maio 14, 2008
DA FEIRA DO LIVRO V Quais as grandes diferenças que encontra, comparando este evento com outras feiras no estrangeiro? Em muitos aspectos, precisamente o contrário do que referi atrás: melhor promoção do evento e das editoras; mais apoio aos editores e aos intervenientes (artistas, escritores e outros agentes) do programa cultural; melhores condições e infra-estruturas. Sinceramente, de uma maneira geral, os auditórios principais das várias sessões da feira não têm tido a qualidade estética e arquitectónica compatível com a importância e a dignidade do evento. Mas também há coisas muito boas que não mudaria. Penso que, com o mesmo tipo de investimento económico e humano se poderia fazer muito melhor. É também uma questão de carolice, vontade, criatividade, gosto e empenho. Comente aqui o post abaixo: Segunda-feira, Maio 12, 2008
SESSÃO DE AUTÓGRAFOS
Ângelo Rodrigues estará a autografar o seu último livro O PASSEIO DE DEUS no pavilhão da Editorial Minerva na Feira do Livro de Lisboa no dia 31 de Maio (Sábado) pelas 17h30. Obrigado pela sua presença. Comente aqui o post abaixo: Domingo, Maio 11, 2008
DA FEIRA DO LIVRO - III Em que medida pode contribuir um evento desta natureza para o mercado livreiro? Para mim é evidente que esta feira exista, se desenvolva e se modernize (com tudo o que isso implica) para bem do mercado livreiro – principalmente os pequenos e médios editores. Para muitos, as vendas só são razoáveis por esta altura do ano. Tenho uma teoria muito peculiar e pouco ortodoxa que revolucionaria o mercado do livro mas por agora – também por uma questão de tempo – limito-me a deixar esta pequena provocação: acabem com as vendas de livros nos hipermercados e fechem, de vez, as livrarias demasiado selectivas, preconceituosas e algo pretensiosas; uma boa livraria deve ter tudo, exactamente TUDO. Se comprarem os livros directamente aos editores muita coisa poderá melhorar tal como a redução do preço dos livros e o consequente aumento do consumo bem como o provável e desejável desenvolvimento dos hábitos de leitura. Parece uma proposta paradoxal mas garanto que não é. Com a Internet muita coisa mudou. Eu e a minha família (como tanta gente) adquirimos vários livros e é raro fazê-lo nas livrarias e muito menos nos hipermercados e nas grandes superfícies. Comente aqui o post abaixo: Sábado, Maio 10, 2008
DA FEIRA DO LIVRO - II Que balanço faz da Feira do Livro nos últimos anos? Trata-se, de facto, de um evento marcante para a cidade de Lisboa e para o país. Se eu tivesse algum poder sobre a organização e concepção da feira, alteraria cerca de cinquenta por cento de tudo um pouco. Entre outras medidas a reflectir com mais calma e tempo, retirava a feira do local onde se encontra e procuraria, como medida principal, organizar – com bastante antecedência – um bom e ecléctico programa cultural. Além do referido, os stands que existem já não têm muito sentido para os dias de hoje e não dignificam em nada o aspecto e a estética da feira – está tudo muito visto e o público habitual está cansado. Este evento necessita urgentemente de ser modernizado e adaptado às novas exigências e aos novos hábitos de um público que se deseja também novo. De 0 a 10, o balanço é 5. Comente aqui o post abaixo: DA FEIRA DO LIVRO - I Quais as expectativas para a Feira do Livro deste ano? As expectativas são sempre as melhores. Todos os anos renasce a esperança que é a última a morrer! Desejo que este ano a feira seja melhor que nos anos anteriores em todos os aspectos: desde a logística e a funcionalidade até à programação cultural que não tem sido a melhor e a mais pertinente para um evento desta natureza. Estou um pouco cansado da mesma concepção de eventos. Inovar é preciso e urgente! É necessário também convidar “outras” pessoas (programadores e criativos para além de “outras” instituições). Esta feira tem alguns vícios porque – entre outras razões - me parece que são sempre os mesmos a reflectir e a executar. Comente aqui o post abaixo: Quinta-feira, Maio 01, 2008
Comente aqui o post abaixo:
O CAÇADOR romance José Pimenta Publicar este livro foi/é um acto de coragem e de fé, na abordagem da sexualidade numa outra dimensão que não a actual, inquinada que está por repressões e omissões. Parece-me assumir uma atitude de desafio e de ajuste de contas para com uma sociedade que, repetidamente ao longo do livro, denomina de repressiva e hipócrita. Quem é o autor? Estamos perante José Pimenta Sousa Sampaio, nome que fragmentou, não em heterónimos – pois não adquire o nome de outras pessoas - mas talvez em homómeros, cujas partes são todas semelhantes, representando cada uma delas uma faceta, que, no seu caso, têm em comum, o rigor, o humanismo e a resultante de um pensamento livre dialéctico, constituindo a unidade do seu nome completo: é José Pimenta ( o escritor ), é Sousa Sampaio ( o urologista ) e é apenas Sampaio ( o escultor ). Quem é o médico Sousa Sampaio? Alguns dados biográficos estão escritos numa das bandas do livro. Licenciou-se em Lisboa, na Faculdade de Medicina, da então chamada Universidade Clássica de Lisboa. Foi Chefe de Serviço de Urologia, nos Hospitais Civis de Lisboa (HCL), interessou-se pela Andrologia, tendo introduzido no país o uso da prótese peniana de silicone e criado uma técnica original de plastia fálica. Interessou-se pela neuro-urologia, tendo criado em 1970, nos HCL, a consulta de urossexopatia neurogénica que tornou extensiva ao Centro de Medicina de Reabilitação de Alcoitão, onde foi Consultor durante 20 anos. Interessou-se também pelas infecções urinárias de repetição da mulher que relacionou com a actividade sexual. Logo, estendeu à mulher o seu interesse e conhecimentos da sexualidade feminina. Fez inúmeras palestras e tem alguns artigos publicados em revistas nacionais e estrangeiras. Escreveu um capítulo “ Sexualidade e Deficiência – A sexualidade do Deficiente Motor por Lesão Vertebro-Medular ”, na obra em dois tomos “ A Sexologia em Portugal “, editada em 1987, pela Texto Editora, e um outro capítulo “ Doença de Peyronie “ para a obra “ Andrologia Clínica “, um livro com mais de 700 páginas, editado pela Sociedade Portuguesa de Andrologia em 2000. Organizou um Simposium e mais tarde, em 1993, um Congresso sobre urossexopatia neurogénica. Participou no 1º Congresso de Sexologia Clínica e foi fundador, em 1984, da Sociedade Portuguesa de Sexologia Clínica. Sampaio, o escultor. Começou a modelar o barro aos 15 anos. Frequentou o atelier do Mestre escultor Leopoldo de Almeida. Até hoje executou mais de 100 peças. A primeira exibição pública foi numa exposição colectiva na SNBA, nos anos 60. Em 1970 expôs várias peças durante o Congresso Luso-Espanhol de Fisiatria, na Figueira da Foz, onde obteve o 1º Prémio. Tem duas esculturas em bronze na Biblioteca da Ordem dos Médicos. Tem peças escultóricas eróticas, tendo exibido duas em 1998, no âmbito do evento mais vasto “O Erotismo na Arte”, durante a exposição “ O Erotismo nas Artes Plásticas – Artistas Médicos”. Possui desenhos, alguns eróticos, que foi executando desde o tempo do serviço militar obrigatório, a maior parte com a função de esquiços para futuras esculturas. A sua obra é maioritáriamente abstraccionista. Interessa-se também pela Fotografia, procurando ângulos que não permitam uma leitura imediata; pretende que, para o observador, a imagem surja descontextualizada, integrando-se assim no conceito abstraccionista. Teve um atelier em Belém, junto ao rio, num dos edifícios sobrantes da “Exposição do Mundo Português”. É um frequentador de exposições de arte e foi um visitante frequente da ARCO em Madrid. O escultor Sampaio abriu-se à escrita colaborando no livro de que fui coordenador “O Erotismo na Arte”, publicado em 2003, que resultou de um ciclo de conferências integrado no evento “O Erotismo na Arte” que ocorreu 1998, por ocasião do Congresso Europeu de Sexologia que se realizou em Lisboa. Escreveu o capítulo “Escultura Erótica Contemporânea”, onde afirmava: “ A Arte não é a vida, mas sim o reflexo da vida...... É o reflexo da revolução sexual iniciada há algumas dezenas de anos, que está representada nos exemplos trazidos que procuram desmistificar a sexualidade humana, libertá-la dos tabus em que a religião a tem procurado sufocar hipocritamente. É a verdade da sexualidade encarada, antes de mais, com a potencialidade lúdica, em que o erotismo deve ser desenvolvido e educado para uma formação gratificante, indispensável ao bem-estar pessoal e social”. Adivinha-se a influência do pensamento de Wilhelm Reich, Herbert Marcuse, Reimud Reich e os ventos de Maio de 68. É grande a intranquilidade e incómodo do médico face à doença, à morte, à injustiça social. Talvez numa tentativa escapante, quiçá desesperada, procure enrodilhar-se no Belo para mitigar as suas angústias. Grandes nomes da Literatura foram médicos. José Pimenta, o escritor. Pimenta, como homenagem ao avô materno em cuja biblioteca iniciou as suas primeiras leituras sérias, tendo sido impressivo o livro “A Besta Humana” de Zola. O livro de José Pimenta tem como tema central a estória de um caçador, no sentido etimológico e metafórico da palavra, que se vai cruzando com as de outros personagens que se vão transmutando, ao longo da narrativa, e seguem estórias mais ou menos paralelas, mas que se vão entrecruzando, tendo sempre como ponto comum o caçador. É um urdir de estórias cuja tecedura se vai apertando cada vez mais. O livro lê-se com interesse e curiosidade sobre o que se vai passar a seguir, à maneira de um romance policial que só o é nas últimas páginas, tornando-se a sua leitura quase obsessiva. É um romance passível de múltiplas leituras. Aparentemente é um tema erótico, à boa maneira dos livros de autores anónimos do século XIX, maioritariamente ingleses, em que se fazia a crítica do sistema social vigente, em plena época vitoriana. Aqui também há uma critica social, com uma excelente caracterização pessoal e social dos vários intervenientes do romance, com a ascensão social do personagem principal e de alguns com ele relacionados, obtida por via sexual. São estórias de amores quase impossíveis que o autor vai tornando possíveis pela sua lógica de pensador dialéctico. Diz António Morais, no prólogo, em perfeita sintonia com José Pimenta: ...”a monogamia é uma prática que frequentemente violenta a afectividade e os comportamentos amorosos, recorrendo ao preconceito do direito de posse instituído pelas sociedades que ainda não se adaptaram aos tempos actuais...”. É o amor e a sexualidade contados de uma maneira transversal, contemplando os vários estádios da vida; infância, adolescência, adultícia e senescência, salpicados aqui e ali por um discreto humor subtil e pela cultura do escritor que vai perpassando ao longo das páginas do romance. O escritor José Pimenta foi escrevendo coisas sobre a sexualidade que o Dr. Sousa Sampaio lhe ia segredando ao ouvido, profundo conhecedor das orientações sexuais minoritárias, como homossexualidade, bissexualidade, identidade de género (transexualidade) e parafilias, muitas. Há referências à guerra colonial e memórias dolorosas com repercussões sobre a personalidade e comportamentos do caçador. Porque há dificuldade em explicar o amor e a sexualidade chamo a atenção para o que o autor do prólogo escreve, com o qual concordo plenamente: “... hoje sabe-se mais acerca dos centros cerebrais ligados às emoções e aos comportamentos com elas relacionados: a sexualidade faz parte desse complexo neuroendócrino e cultural, que nos humanos atingiu um refinamento variável de pessoa para pessoa.” O livro contem muitas reflexões sobre a sexualidade, o amor, as emoções, os sentimentos de culpa e outros, com uma visão muito pacificadora, muito paradisíaca das relações humanas, definindo José Pimenta o bem-estar como: “... a plena realização emocional e melhor equilíbrio psico-somático e a redução da violência. A compreensão e a aceitação dos direitos dos outros...”. Há dois subtemas muito importantes no livro: um é a educação sexual para os jovens; o outro é o respeito pela criança que irá nascer, que deverá ser gerada por pais saudáveis, intelectual e afectivamente responsáveis. Dai a importância da Educação Sexual na prevenção de possíveis gravidezes. Em resumo, é um livro que poderá chocar algumas pessoas, mas é um livro honesto, que tem como pano de fundo as reflexões do escritor José Pimenta e as do médico Sousa Sampaio, sobre comportamentos sexuais e afectos, pretendendo induzir os leitores a pensarem e a aprofundarem um tema tão complexo e controverso como é a sexualidade humana António Santinho Martins Médico Andrologista Ex-Presidente da Sociedade Portuguesa de Sexologia Clínica Editorial Minerva Comente aqui o post abaixo: Comente aqui o post abaixo: Sexta-feira, Março 07, 2008
Comente aqui o post abaixo:
O VERSO E O REVERSO poesia e prosa-poética Jorge de Araújo Apresentação pública no dia 8 de Março de 2008 no CENTRO CULTURAL DE CASCAIS (Fotografias da sessão de apresentação por Célia Cadete) ISBM 978-972-591-731-2 72 pp. Comente aqui o post abaixo:
OS LUGARES ONDE RENASCI poesia Maria Flor Apresentação pública no dia 15 de Março de 2008 no CLUBE LITERÁRIO DO PORTO ISBM 978-972-591-720-0 48 pp. Editorial Minerva Comente aqui o post abaixo: Domingo, Fevereiro 24, 2008
INTEMPORAL conto e poesia Reportagem fotográfica de António Vieira da Silva Ricardo Sanguinho, Victor Manuel Capela Batista, João Filipe Ferreira, Vítor Burity, Alberto Pereira, Leonor Bettencourt Bernardo, Paulo Dantas, Paula, Catarina Alves, Patrícia Lourenço, João Martins Alves, Maria Elisabete Fernandes Simões, Paula Gonçalves, Fernando Reis Costa, Maria Orquídea Ferreira, Félix Heleno, Irondina Viegas, Alice Tomé, José Branquinho, Carmen Ezequiel Coordenação literária de Ângelo Rodrigues Editorial Minerva Comente aqui o post abaixo: Quarta-feira, Janeiro 30, 2008
Comente aqui o post abaixo: Segunda-feira, Janeiro 28, 2008
RESCALDO DO FOGO 1945 romance Manuel Rijo Editorial Minerva Formato: 21 x 14,5 cm Páginas: 200 Capa/design: Diana Azevedo Batalha Concepção e grafismo: JM e Atelier Minerva Preço de capa (IVA incluído): 15 € Comente aqui o post abaixo:
VARIANTES DA MEMÓRIA colecção de bolso Minerva - DNA poesia Maria Helena Dinis Prata Tomás Editorial Minerva Editorial Minerva e a autora, têm o prazer de convidar V. Exª, família e amigos, para a sessão de apresentação da obra de poesia VARIANTES DA MEMÓRIA (nº 1 da colecção Minerva de bolso - DNA) de Maria Helena Dinis Prata Tomás, a realizar no dia 26 (Sábado) de Janeiro de 2008, pelas 16:30 horas em JUNTA DE FREGUESIA DE BENFICA Auditório Carlos Paredes Avª Gomes Pereira, 17 – Benfica – Lisboa Coordenação da sessão e breve reflexão sobre a obra e autora pelo “animador de ideias” Ângelo Rodrigues. Apresentação da obra pelo crítico literário von Trina. Leitura de alguns poemas da obra por Lucília Branco. Momento musical pelo Grupo Coral CONSOANTE e pelos músicos Rita Vilasboas e Eduardo Abrantes (canções). MARIA HELENA DINIS PRATA TOMÁS nasceu na aldeia de Pai de Donas, concelho de Arganil, no dia 4 de Fevereiro de 1939. Apenas com alguns meses de idade, foi com seus pais, viver para a capital, onde estudou. Em 1958 realizou, simultaneamente, exame de admissão à Escola Superior de Belas Artes e à Faculdade de Letras de Lisboa. Optou pelo curso de Filologia Germânica que interrompeu, por saídas do país, primeiro para Nampula (Moçambique), onde deu aulas, depois para o Rio de Janeiro (Brasil), onde realizou alguns trabalhos de artesanato. É formadora de professores de Inglês e, no ensino oficial, foi professora de Português, Francês, Inglês e Teatro, de 1963 a 2005. Integrou vários grupos corais e teatrais e leccionou em diversas localidades, participando activamente com colegas e alunos. Colaborou em todas as antologias Da Poesia, Poiesis e nas colectâneas Porque Sim – conto & poesia e Mais-Valia – conto & poesia, coordenação literária de Ângelo Rodrigues, Editorial Minerva. Participou também na antologia Poetas de Sempre, vol. VII, 2006 e vol. VIII, 2007. Formato: 17 x 11,5 cm nº 1 da colecção «Minerva de bolso - DNA» Páginas: 120 Capa/design: Miguel d'Hera Fotos da capa: Maria Helena Dinis Prata Tomás Concepção e grafismo: JM e Atelier Minerva Preço de capa (IVA incluído): 7 € Comente aqui o post abaixo: Sexta-feira, Janeiro 18, 2008
NAVEGANDO EM MARES DO SUL OBSERVANDO O NORTE Ensaio sobre a vida - reflexões sociológicas Valdemar Ferreira Ribeiro Editorial Minerva Comente aqui o post abaixo: Sexta-feira, Dezembro 28, 2007
|